Spec / PRD-driven development
Humanos escrevem specs, agentes escrevem implementação. A spec vira o contrato.

Em uma frase
A especificação (spec, PRD) é o artefato-fonte; código, testes e docs derivam dela. Numa Cognitive Enterprise, humanos escrevem specs e agentes escrevem implementação: a spec vira o contrato.
Antes
Pedido em conversa
O que ele faz
Spec como contrato
Depois
Código, testes e docs derivados dela
Exemplo
A spec da correspondência define: entrada (relatório e histórico), saída (carta), critérios de aceite (os cinco dos evals), e o que escala para humano. A partir dela, o agente escreve prompt, script, testes e documentação.
Quando alguém quer mudar o comportamento, muda a spec, em vez de sair caçando adjetivo no prompt.
Na prática
- Uma spec por processo, com critérios de aceite mensuráveis.
- Mudou o comportamento? Muda a spec primeiro, o prompt depois.
- Sem critério de aceite, a spec só expressa uma vontade.
Como tangibilizar
Um documento por processo: entrada, saída, critérios de aceite e o que escala. É dele que tudo deriva.
