O botão que ninguém testou
Toda operação agêntica precisa de duas paradas: uma que uma pessoa aciona e outra que dispara sozinha.
A automática é o circuit breaker, que para a operação quando o custo médio dobra, a taxa de erro sobe ou a latência estoura. Ela existe porque a anomalia costuma acontecer às três da manhã de um sábado.
A manual é o kill switch, e aqui quase todo mundo pula uma parte: um botão que nunca foi acionado é só uma suposição. Teste em treino no mesmo dia em que construir, e de novo a cada trimestre. Durante um incidente é a pior hora para descobrir que o comando não funciona.
Fecha o conjunto o audit trail: quem decidiu o quê, quando e com base em quê. Com ele, a organização responde a um questionamento externo em minutos, e não em dias, e pode dizer "sabemos exatamente o que aconteceu e por quê" em vez de "o sistema errou".
