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Quem responde quando o agente erra

Uma pergunta simples desarma muito projeto: quem responde por isso?

Numa Cognitive Enterprise a resposta continua sendo uma pessoa com nome e sobrenome. O DRI não revisa as 4.000 saídas. Ele responde pelo sistema que produz as 4.000. A responsabilidade continua existindo, só muda de objeto.

Isso reorganiza o trabalho de gestão de um jeito concreto. O clássico "quantos subordinados por gerente" vira "quantos processos agênticos uma pessoa supervisiona com qualidade", e esse número depende menos do talento dela do que da instrumentação que existe.

Com eval rodando, painel de custo e gates definidos, uma pessoa acompanha seis processos em algumas horas por semana. Tire a instrumentação e o mesmo número cai para um ou dois, porque ela volta a revisar saída caso a caso, ou seja, volta a operar em vez de supervisionar.

Por isso span of control mede a maturidade da operação, e não a produtividade individual.

Para discutir

Como isso aparece na sua empresa hoje? O que mudaria primeiro?