Goal
O objetivo verificável dado ao agente numa tarefa. É diferente do outcome, e o sistema quebra quando os dois se desalinham.

Em uma frase
O objetivo operacional dado ao agente: instrução específica e verificável do que ele deve alcançar numa tarefa. É distinto do outcome, e sistemas agênticos costumam quebrar no desalinhamento entre os dois.
Antes
Outcome — não verificável
O que ele faz
Goal — específico e verificável
Depois
O agente sabe quando terminou
Exemplo
Outcome: padrinho que renova. Goal do agente: escreva uma carta de 180 a 320 palavras, na voz da criança, em que toda afirmação venha do relatório de campo.
O goal é verificável e o outcome não é, por isso os dois precisam existir separados. O risco do projeto está no espaço entre eles.
O erro comum
Dar o outcome ao agente como se fosse goal: "faça o padrinho feliz". Ele não tem como verificar isso, então inventa um critério próprio, em geral o mais fácil de satisfazer. Você recebe cartas efusivas e vazias, e elas passam no teste que o próprio agente escolheu.
Na prática
- Escreva o goal junto com o critério de verificação. Um sem o outro não serve.
- Passe no teste do estranho: alguém de fora consegue dizer se foi atingido, sem perguntar nada?
- Versione junto com o prompt, porque os dois mudam e quebram juntos.
Como tangibilizar
A instrução que vai no prompt do agente, com critérios verificáveis: formato, fonte, limites. Vive dentro da spec, versionada.
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